Entendendo e editando o arquivo /etc/fstab

Existe um arquivo chamado /etc/fstab em seu sistema Linux. Nesse artigo, veremos o seu conteúdo e como é usado junto com o comando  mount. Quando tiver entendido o arquivo fstab, será capaz de editar seu conteúdo também. Será assumido aqui que você já sabe montar sistemas de arquivos e partições com o comando mount. Se não souber, sugiro a leitura do artigo Mounting tuXfile antes de continuar nesse artigo.

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Introdução ao OpenGL usando SDL – parte 2

Assumindo que você já tenha passado pela primeira parte desse tutorial, o artigo irá expandir o tema iniciado no primeiro, de modo a manter tudo o que foi aprendido na memória. Nesse ponto você deve ter um conhecimento usável sobre rotação, translação e renderização de formas 3D simples. Assim, nesse artigo iremos cobrir os tópicos adicionais: carregamento de texturas, mapeamento de texturas e fumaça.

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Introdução ao OpenGL usando SDL – parte 1

Nesse artigo, iremos cobrir a básico da maravilhosa api gráfica OpenGL. Que fique bem claro para começo de conversa que o OpenGL é um tópico bem extenso para se cobrir em apenas um tutorial. Por isso, esse artigo simplesmente será uma introdução ao assunto. Mas, como em todos os HOW-TOs, algumas coisas são esperadas do leitor. Você deve entender de C++, SDL e alguns conceitos de matemática (geometria/álgebra, nada muito complexo). Dito isso, vamos começar…

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Introdução ao JSON

O JSON é um formato de troca de dados leve. É compreensível para humanos a leitura e escrita. É fácil para a máquina processar e gerar arquivos nesse formato. É baseado em um sub-conjunto da JavaScript Programming LanguageStandard ECMA-262 3rd Edition – December 1999. O JSON é um formato de texto que é completamente independente de linguagem mas usa convenções que são familiares a programadores da família C de linguagens, incluindo C, C++, C#, Java, JavaScript, Perl, Python e muitas outras. Essas propriedades tornam JSON uma linguagem ideal para intercâmbio de dados.

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Spring MVC 3.1 – Implementando uma aplicação CRUD com o Spring Data MongoDB (Part 6)

Nesse momento, completamos a nossa aplicação! Nos artigos anteriores, discutimos as especificações funcionais, criamos as classes Java, declaramos os arquivos de configuração, e escrevemos os arquivos HTML. Nesse artigo, iremos compilar e executar a aplicação usando o Maven, e mostrar como importar o projeto no Eclipse.

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Spring MVC 3.1 – Implementando uma aplicação CRUD com o Spring Data MongoDB (Part 5)

No artigo anterior, criamos os arquivos de configuração de nosso projeto. Nesse artigo, focaremos na camada de visualização, em particular no arquivos HTML e códigos JavaScript.

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Spring MVC 3.1 – Implementando uma aplicação CRUD com o Spring Data MongoDB (Part 4)

No artigo anterior, implementamos as classes Java e organizamos elas em várias camadas. Nesse artigo, iremos escrever os arquivos de configuração, que são principalmente documentos XML.

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Iniciando com o JSON – JavaScript Objection Notation

JSON quer dizer JavaScript Objection Notation, e nada mais é do que um conjunto de chaves e valores, que podem ser interpretadas por qualquer linguagem. Toda essa estrutura, foi criada apartir do padrão ECMA-262, que por sua vez possui convenções muito semelhante às linguagens como C, C#, C++, Java, JavaScript, Perl, Python e várias outras. Com estas características, o JSON se torna o formato ideal para troca de informações independente da linguagem.

Referencia (imasters.com.br)

Spring MVC 3.1 – Implementando uma aplicação CRUD com o Spring Data MongoDB (Part 3)

Nos artigos anteriores, vimos como configurar um servidor MongoDB no Windows e no Ubuntu. Nesse artigo, iremos discutir a estrutura do projeto, escrever as classes Java e organiza-las em camadas.

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