Práticas de design de banco de dados, parte 2

Na primeira parte desse artigo, iniciamos a discussão sobre algumas boas práticas que são particularmente úteis. Nenhuma delas são específicas a algum produto e todas deveriam, portanto, ser aplicáveis a qualquer banco de dados que estiver sendo usado. Nessa segunda parte, será explanada uma introdução acessível ao tópico da normatização de banco de dados e as cinco Formas Normais. Será discutido também outros possíveis usos para uma base de dados em um projeto.

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Práticas de design de banco de dados, parte 1

Quais são as melhores práticas quando está desenvolvendo o esquema de uma banco de dados relacional? Qual é a decisão mais racional na hora de decidir em favor de uma no lugar de outra alternativa? Dado a quantidade de recomendações de cada tipo de banco, é muito fácil negligenciar os fundamentos básicos dos bancos de dados relacionais. Neste artigo de duas parte, traduzido do autor Philipp K. Janert, será apresentada uma introdução a normatização de banco de dados e as cinco Formas Normais. Ele também discorre outros possíveis usos para um banco de dados em um projeto, por exemplo como um repositório para uma configuração ou dados de log.

Na primeira parte do artigo, iremos discutir algumas práticas boas e gerais que podem ser úteis. Nenhuma delas é específica a algum produto específico e todas, devem, portante, ser aplicáveis não importa qual implementação de banco de dados é usada. Na conclusão desse artigo, tentará ser fornecida uma introdução adequada ao tópico de normatização de banco de dados e as cinco Formas Normais. Será discutido também possíveis usos para um banco de dados.

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